IV. Sagrado Amor
Não é como fogo, fulgaz chama,
Que arde, consome, dá cinzas tacanhas
É semente invólucra, indolente, é idólotra
Dilema que minha minha mente jogou fora
E por epopéia, terrível e bela
No abismo caiu dançando, na mais fértil das terras
Regada por minhas lágrimas,
Por meu alento alimentada
Oh, e como cresce!
Para uma árvore cujos ramos incontáveis,
Incontável encanto se faz em mim!
Para árvore de beleza incomensuravel
Que amana luz ao meu jardim!
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